Luísa Mota
Fundadora e Diretora da Anti-House, vive entre o Porto e o Dubai. O imaginário de Luísa Mota articula-se através de uma intersecção entre a ruralidade extrema, mitologias exóticas e as visões absurdas de filmes de ficção científica do meado do século XX. As obras performativas, fotográficas e videográficas produzidas pela artista colocam em ação um vocabulário único e pessoal que é certamente hermético e difícil de apreender, mas cuja idiossincrasia radical faz de Luísa Mota uma das artistas mais originais da sua geração. As suas obras são povoadas por aparições, seres animados e inanimados, frequentemente humanoides ou figuras e presenças semelhantes a seres humanos, que encontram diferentes modos de se relacionarem com o espaço, os objetos e os indivíduos à sua volta.